Pedi pra você segurar a minha mão. Sem se desprender dos planos do seu Universo.
Mas você queria que o meu Universo fosse inteiramente seu.
Deveria ter feito morada na nossa liberdade. Deveria confiar na promessa de quem te convida pra habitar o Hoje.
Mas não se preocupe. Nada está perdido. Sem resistências.
Se o tempo te fazer sentir vontade de reescrever as paginas dessa historia, vou estender a minha mão em convite de um novo laço com o encantamento de quem está disposto a conhecer o seu novo ser.
No meu corpo, só desenhos que sugerem a paz e a liberdade. Na minha mente, todos os segredos do mundo.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Novembro sempre chove
Muitos queriam adivinhar sobre o que ela estava pensando. Alguns ousavam em perguntar onde era o mundo em que habitava.
Ela sempre estava lá. Longe e pensativa. Era completamente imprevisível e instável. Seu humor tinha dia que oscilava. Mas sempre sorria para quem não conhecia, apesar da aparência de adolescente rebelde.
Seu toque era suave, mas causava impactos irreversíveis ao Universo. Sempre tentou entender o porque das coisas e na maioria das vezes sempre foi solução.
As vezes seu olhar era de seria. Só quem a conhecia conseguia ter coragem de se aproximar.
Houve dias em que poderia ser considerada a pessoa mais sensível do mundo inteiro.
Amava o eco de vozes em incentivo dentro de um estadio. Preferia o preto do que o rosa. E não se sentia confortável em fazer conjugações no gênero feminino.
Ama ler livros e escrever cartas. Tem ciumes das coisas materiais e não das pessoas que compartilham a vida com ela. Já passou por difíceis lutos. E por isso não diga que a vida é tao bela e simples.
Gosta tanto de toda forma de código, mistério, liberdade... Por isso pichação e tatuagens dizem muito sobre ela. Não picha muros, mas sempre observa o que aqueles querem dizer.
(...)
Ela sempre estava lá. Longe e pensativa. Era completamente imprevisível e instável. Seu humor tinha dia que oscilava. Mas sempre sorria para quem não conhecia, apesar da aparência de adolescente rebelde.
Seu toque era suave, mas causava impactos irreversíveis ao Universo. Sempre tentou entender o porque das coisas e na maioria das vezes sempre foi solução.
As vezes seu olhar era de seria. Só quem a conhecia conseguia ter coragem de se aproximar.
Houve dias em que poderia ser considerada a pessoa mais sensível do mundo inteiro.
Amava o eco de vozes em incentivo dentro de um estadio. Preferia o preto do que o rosa. E não se sentia confortável em fazer conjugações no gênero feminino.
Ama ler livros e escrever cartas. Tem ciumes das coisas materiais e não das pessoas que compartilham a vida com ela. Já passou por difíceis lutos. E por isso não diga que a vida é tao bela e simples.
Gosta tanto de toda forma de código, mistério, liberdade... Por isso pichação e tatuagens dizem muito sobre ela. Não picha muros, mas sempre observa o que aqueles querem dizer.
(...)
sábado, 27 de junho de 2015
Covinhas preferidas.
Pensava saber o significado da palavra Saudade.
Sempre presente nos meus poemas. A distribuía como uma palavra doce para rimar com o que pensava sentir.
Não demorou muito.
Mas aprendi sozinha. E não posso fazer um poema, nem um mero bilhete sequer.
Pelo simples fato de que a minha saudade dura uma eternidade.
Pelo, simples...
Fato de que as únicas escritas em que posso pronunciar esse sentimento, eu tenho que as colocar sob a terra.
Você sempre me chamava. Eu nem precisava descer na sua casa.
Veja só que ironia, hoje você se mudou pra tão longe.
A unica maneira de aliviar a minha dor, aliviar um pouco a sua ausência, é sentar sob aquela grama e dizer "Oi, eu sinto muitas SAUDADES!"
Sempre presente nos meus poemas. A distribuía como uma palavra doce para rimar com o que pensava sentir.
Não demorou muito.
Mas aprendi sozinha. E não posso fazer um poema, nem um mero bilhete sequer.
Pelo simples fato de que a minha saudade dura uma eternidade.
Pelo, simples...
Fato de que as únicas escritas em que posso pronunciar esse sentimento, eu tenho que as colocar sob a terra.
Você sempre me chamava. Eu nem precisava descer na sua casa.
Veja só que ironia, hoje você se mudou pra tão longe.
A unica maneira de aliviar a minha dor, aliviar um pouco a sua ausência, é sentar sob aquela grama e dizer "Oi, eu sinto muitas SAUDADES!"
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