E ela ouvira, "que nada se repete..." e pensara, mas ora bolas, revivo todos os dias tantas memórias.
Passava tardes pensando, repensando, trepensando em como seria o amanhecer. Quem viria a surpreender?
Sempre com sua
forma vaga de esperança de que ele, pegaria sua blusa e seu boné e a seguiria. Oh meu deus, quantos passos faltariam...?!
Havia dias que só o som que batia em sua porta era o da luta. Outros, só de vozes "você está errado..." Mas, por que? Estou acreditando!
Acreditara que todas as pessoas podiam ser autores de grandes livros. E que ela poderia mudar as letras daquelas histórias que só fazem sentido no fim.
Mas, não se sabe como ela acredita, pois além de se suicidar em suas entrelinhas, as pessoas nos quais ela acreditava não mudavam, não melhoravam.
E ela ouvira, "ele se acomodou no seu riso"e pensara, mas eu estendi minha mão justamente para que ele pegasse.
Acreditou nos seus erros, nas suas desculpas, nos seus vícios, nas suas músicas lentas. E escrevera um "ps" naquele capitulo: "Se mal consigo terminar um poema, quem dirá solucionar o seu problema? Se mal consigo enxergar as suas falhas, como vou conserta-las?"
Ela pensara pela milésima vez, e como seria dessa vez? Como esqueceria que contemplou as cores, e os sorrisos por tantos dias, sem criticar aquela vida que se enfiara?
Agora diga a ela, Menino, mais quantos dias você vai se ausentar?