terça-feira, 9 de abril de 2013

And hate is not enough to describe me.

Observou sua pupila dilatada e sentia que o álcool fervia seu sangue.
Se sentia incapaz de cumprir qualquer tarefa.
Olhou mais uma vez para a janela, nenhum assobio. Enquanto isso aceitava sua sentença.
 Não podia expressar tamanha indignação nos seus tambores e quem se importa? Vidas passam...
 Pensara que realmente não é tudo aquilo que alguém sempre sonhou, ora bolas. Mergulhara em tamanho drama sem desespero.
 Tinha sentimentos de fácil compreensão, palavras de difícil entendimento que mudavam como o vento. Suas incertezas empoeiravam as estantes...mas que sempre permaneça o desvaneio de tentar mudar.
 Pleonasmo, sempre.
E talvez, pouco provável, gostava de cantarolar...
                                                         And hate is not enough to describe me.

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