segunda-feira, 27 de maio de 2013

Se fossem há duas semanas atrás, eu fotografaria seu riso e colocaria num cartão postal. Pois acredite, meus olhos enxergavam tamanho paraíso.

Odeio o som do seu tragar.
Odeio sua falta de esperança, para onde ela vai te levar?
Odeio a forma como quer que eu adivinhe tudo
e quando vai embora sem se explicar.
Odeio muito mais quando esquece ...
Odeio suas cicatrizes em julgamento
e seu poder de convencimento.
Não citarei sua desorganização,
pois bagunçado é o meu sentimento, de nem por um momento se lembrar de se organizar.
E se você nunca entendeu, eu não posso te explicar.
Odeio a música que demorei uma semana pra tirar, 
só pra você me ouvir tocar.
Odeio pensar em ficar sem se comunicar.
E nem vou dizer - mesmo querendo -
"sinta vontade de ficar"
Odeio sua pontualidade e forma de se importar, risos
e toda reciprocidade.

Que sempre erre o ponto de ônibus, para que nem por um descuido, possa te encontrar.


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