sábado, 5 de outubro de 2013

Angustias de palavras.

Há garrafas vazias pelo chão transbordadas de silêncio. Após seus efeitos de entorpecer meus pensamentos, há baquetas quebradas ali também. Não pude compor a melhor música. Elas estão quebradas porque realmente não sei tocar. Não sei tocar a melhor música que o fizesse ficar.
Há rascunhos de traços que a meses tento me desfazer. O eco dos tambores refletem a minha frustração de não poder tocar a melhor música. Nenhuma música que o fizesse ficar.
Aos domingos, depois das intermináveis contagens regressivas para que as dez horas de trabalho passe depressa, ainda há a contagem das horas para que transbordem todas aquelas garrafas.

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