Por vezes, lemos histórias e parecem que estão reproduzindo um momento da nossa vida. Porque realmente somos seres que sentem, uns menos, outros mais, mas sentem.
Esses dias estava lendo um desses livros que ganham reconhecimento mundial por seu alto teor de romantismo utópico. E é de longe, algumas passagens que você adulto desacredita, digo adulto pelo peso das cicatrizes do tempo.
Costumo dizer que somos instantes. E esses dias me fiz a seguinte pergunta (também fácil de encontrar em livros fofinhos disfarçados de auto-ajuda): "Olá, vida. Qual sonho você quer viver hoje?"
A resposta não foi nenhum pouco sensata. Mas não discuto, apenas encaro com um pouquinho de contrato com a realidade.
O meu sonho era simples e travava o riso, por mistura de sotaques, palavras que não conseguia dizer corretamente e por questionar a história de países que foram marcados por uma união cheia de interpretações.
O meu sonho era simples. Era ter o que transferir para o papel sem nenhum pedido de outrem. Apenas por sentir demais e querer que isso ficasse registrado da melhor forma possível.
O sonho de um escritor é que ele tenha uma história de amor para registrar e uma daquelas histórias utópicas mesmo. Que faz qualquer pessoa ficar deslumbrada.
Eu diria que conquistei esse livro hoje.
Nenhum comentário:
Postar um comentário