Eu que nunca levantei bandeira, hoje levanto a do luto.
Não daquele que desistiu de lutar; mas daquele que se vê lutando contra a maré de quem sempre quis lutar pela igualdade.
O que você vê no sorriso da criança que mistura poesia com a sua inocência de quem está aprendendo a lidar com as palavras? Eu ajudo a juntar as sílabas e formar frases onde espero nunca ler em papéis soltos que elas retratem sobre realidades que enfrentaram que não condizem com a sua inocência.
A minha luta é que de que elas sempre se questionem sobre tudo. E que nunca sejam protagonistas de violência, intolerância, medo, fome, e quaisquer outros tipo de maldade que mais uma vez repito: só presenciem as suas inocências presentes nas singularidades de ser criança. De ser adolescente.
As vezes é difícil lutar pela educação. Fica tudo preto. Da vontade de levantar bandeira de luto contra a educação, abandonar a luta de quem está cansado de nadar contra a maré. Mas como, se, nascemos para lutar pela educação? Pela igualdade?
Meu sonho é que crianças e adolescentes se construam como grandes seres que lutam pelo interesse e bem estar de todos.
(...)
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