segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Já leu sobre o amor?

 Já te fizeram alguma pergunta e você não soube responder? Pq seria uma resposta sobre alguém fascinante que você não encontra palavras e gostaria que o outro sentisse o mesmo céu de ano novo que sente quando a olha?

Quando queria descrever o amor era essa dificuldade que encontrava; as palavras não são precisas quanto os sentimentos vividos. 

Quase uma década que escrevo sobre esse sentimento que carregava minha esperança futurística, o arquétipo de paz perfeito. 

Nas últimas voltas dos planetas, reflito sobre meu medo de nunca mais escrever sobre isso, ou tentar descrever alguém fascinante.

O mundo escolheu não sentir nada. 

Você acompanha o passear do mundo pelos planetas?

O tempo está desfazendo as promessas,

e acentuando a única ideia fúnebre; de que embora nada se repetirá nenhum sentimento se igualará ou se sobressaíra. 

O mundo escolheu não sentir nada, nós devemos acompanhar o mundo?


Uma década que construí um arquétipo perfeito sozinha. Como pode, fazer um ensaio de tantos anos e agora passar os dedos nas cinzas que sobraram e entender que o mundo escolheu não sentir nada e que o amor não é real?



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