Sentiu o suspirar e se coçar por estar incomodado com insetos. Observou as pintinhas do seu rosto. Sentira falta desse momento, pensa.
Gostara de reescrever essa pagina...confirmava ao seu inconsciente.
Enquanto o observava dormir, pensava...Que não criticaria mais sua melódia, meu amor. Pois se esqueceria de toda palavra suicida que esconde toda sua virtude por trás desses riscos permanentes. Que nenhuma pessoa a ofenderia com insultos de você, meu amor. Que por mais que não possa argumentar o quão bom você é, se realmente quisessem saber sobre isso, observariam o meu riso.
A primavera me trouxe você. E a mesma não te levara, isto é, se despertara desse seu sono completamente louco.
Deixo há você um pouco de mim. E a esperança de nunca desistir desse mero poema ambulante que se resume a você, e que o verão não me leve.
A primavera me trouxe você. E a mesma não te levara, isto é, se despertara desse seu sono completamente louco.
Deixo há você um pouco de mim. E a esperança de nunca desistir desse mero poema ambulante que se resume a você, e que o verão não me leve.
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