Não acreditara que a perdoou. Que sentiu, mais uma vez, o pulsar do seu coração. Mas também acredita, que não é o suficiente. Foi uma jogadora tola.
Poderia a perdoar? Por se suicidar em todos os passos que já os separavam?
Escrevera um verso num pedaço de papel, "tudo que acontece errado, termina errado".
...Já era tarde, e pensava que poderia ter todas as respostas em mãos. E todos os risos na memória.
Me deixe na chuva...mas não me deixe ir embora de novo.
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