O observo e seus olhos me buscam.
Quase sugerem um riso. Quase me fazendo esquecer essas coisas que fizeram você quebrar o que era solido. Esquecendo algumas questões que caíram sob meus olhos de paraquedas, sem qualquer aviso prévio, que não me deram tempo de me preparar. Por muito pouco não me disponho a recomeçar.
Mas não esqueceria facilmente. Portanto, obrigo meus lábios a pronunciarem um imenso silêncio. O lembrando que somos apenas um mero vasilhame vazio, uma mera memória.
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